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23 junho 2016

Lucas Gil, o Mister Brasil 2007, é o modelo da vez

Enquanto os desfiles masculinos de grifes europeias badaladas, como Gucci e Saint Laurent, preferem meninos mais sequinhos e até andróginos, as marcas de moda praia resolveram investir em homens mais corpulentos da geração fitness. O modelo Lucas Gil, de 32 anos, desponta como o grande representante deste segmento. Com 1,89 cm de altura e 94 quilos — normalmente os rapazes pesam entre 75 e 80 —, Lucas fez sua estreia na São Paulo Fashion Week, em abril, no show de Amir Slama. Na semana passada, desfilou para a BlueMan só de sunga, evidenciado sua silhueta.


— Sou um modelo fora dos padrões das passarelas — confessa. — Mas acho que é um novo momento. As pessoas estão com hábitos mais saudáveis e conectadas ao esporte.

Para manter a forma, Lucas, representado no Brasil pela agência Ford, pratica boxe, jiu jitsu, pedala, nada e corre — ele chega a correr 20 quilômetros. Ele jura que não é rato de academia (“Vou só uma vez por semana”).

— Exercito-me duas horas por dia. A questão não é a quantidade e, sim, a intensidade — comenta Lucas, que faz uma alimentação certinha. Na véspera do desfile da BlueMan, por exemplo, cortou o sal e o carboidrato, ficando apenas com a proteína.

Eleito o homem mais bonito do país em 2007, no concurso Mister Brasil, Lucas Gil já morou na Tailândia, em Cingapura e Nova York, onde chegou a desfilar na semana de moda de cidade.

— Fiz alguns shows, como o da marca Gant. Estava oito quilos mais magro. Mas sempre fui um modelo mais de verão — conta ele, que acaba de gravar uma participação no programa “220 Volts”, do canal Multishow, ao lado de Paulo Gustavo. — Foi incrível gravar com ele. O Paulo Gustavo é muito generoso em cena, humano. Ele é demais. No futuro, novela é um plano. Se tiver um papel legal, quem sabe?

Lucas Gil namora a modelo Taty Betin há dois meses.

— Neste momento, ela está na Alemanha — observa Lucas, que acrescenta que as cantadas que recebe no Instagram não causam estresse em casa. — Ela entende. Afinal, temos o mesmo trabalho e ela passa pela mesma coisa.

Fonte: O Globo


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